segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Acham que quero saber?

Olho à minha volta e vejo demasiado ódio
Inveja nas pessoas como se as viciasse como ópio
Insultos e difamações disparados devido ao "disse que disse"
Mas nenhuma dessas balas me parece acertar, Matrix

Fixa, nenhuma opinião me faz desviar do meu caminho
Por muito que me tentem isolar eu nunca  vou estar sozinho
Apenas das critícas constructivas eu sou fã
Já vossa maturidade nunca mais cresce, Peter Pan

Nesta Terra do Nunca em que quis viver
Nada chega de borla, paga para ver
Os sonhos por vezes têm um percurso intenso
Memórias apagadas por álcool ou pelo acender de "incenso" 

Imenso é o número de ollhares reprovadores que recebo
Invejar a minha luz é algo que até percebo
Muitos querem fazer aquilo que eu faço
Muitos querem ser como eu mas o talento está escasso

Embaraço, quando me apontam que o que faço é ilegal
E tudo o que penso só pode ser imoral
Pareço-vos religioso? Então estão mal
No máximo sou satânico porque até gosto do Diabo e sei o que ele vale

Querem que eu me cale? Lamento, não vai acontecer
Pisem-me a cabeça à primeira oportunidade que possam ter
Morrem a tentar, porque nunca vão perceber
Que sou um bicho de sete cabeças, tenho mais seis para vos desfazer

Se a minha voz vos faz barulho, tapem os ouvidos
Que eu atormento-vos como as minhas noites de sexo aos meus vizinhos
Eu vou continuar assim, é a minha maneira de ser
Tenho uma irreverência que nem com correntes podem prender.




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