domingo, 26 de julho de 2015

Contra fracos não há argumentos

Contra factos e fracos não há argumentos para os dois
Não tenho carroça mas estou sempre à frente desses bois
E mesmo assim vêm contra mim a ver no quê que dá
E no fim têm acto de terrorismo na cara como se vivessem em Bagdad

Mas pára. 

Eu percebo que o vosso problema seja o dilema de me tentarem acompanhar mas ficarem sempre na mesma
Talvez seja a dor de tentar ter o explendor que eu sou detentor sem qualquer suor
Ou melhor
Tentarem ter a princesa que vos dispensa porque tem preferencia por mim com certeza

Deve ser complicado, ficar de lado
Quando eu tenho lugar no presente e no futuro e as vossas oportunidades ficaram no passado

No entanto, vão tentando convencer que me vão vencer por eu não condizer
Mas ela não quer saber do que vão dizer porque ela me quer para a satisfazer

Essa inveja de que são clientes não vos deixa cientes que serão sempre suplentes
Na minha presença tenham a consciência que nada do que tentem vai fazer a diferença

Com licença, eu vim para ficar
E por mais que vos possa irritar
Podem tentar lutar e negar
Que enquanto eu cá estiver ninguém fica com o meu lugar.